Bem, eu queria algo melhor, cara
eu queria algo novo
É, eu queria algo bonito
eu desejo algo verdadeiro

Wheels - Foo Fighters 

(Source: madeinfearland, via camilacosta)

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(Source: , via z-o-m-b-i-e-r-a-w-r)


Veja como eu vou sair com cada pedaço de você
Não subestime as coisas que eu vou fazer .

— Glee Cast

Basta olhar no fundo dos meus olhos,
Pra ver que já não sou como era antes.

— Jota Quest 

(Source: julietaciumenta, via frasesdeumamenina)

Com 8 anos ela brincava de boneca. Com 9, ele a chamava de feia, de gorda e de chata, só para que ela ficasse irritada. Com 10 anos ela o odiava com todas as forças, mas com 10 e 8 meses até que gostava do jeito que ele jogava futebol. Com 11 anos ele era o orgulho do pai: era capitão do time, tirava notas boas e era relativamente feliz. Com 12 anos, ele esqueceu o quão irritante ela era e reparou em como os olhos dela brilhavam. Com 13 ela deu o seu primeiro beijo, e ele fingiu não ligar, mas queria que fosse com ele. Com 15 ele estava completamente dedicado aos estudos, contudo, quando ninguém via, até que olhava de canto para ver como ela ficava bonita entretida no seu livro de Matemática. Aos 16, ela começou a namorar. Não exatamente com quem sentia aquilo que namorados sentem um pelo outro, mas sim com quem a queria bem. Com 17 anos ele viajou. Foi para outro estado qualquer… E não gostava de admitir, só que apenas não aguentava mais vê-la com outro. Aos 18, ela entrou para a faculdade. Já não estava mais namorando, e morria de saudades do sorriso dele. Aos 19 ele voltou. Agiu com indiferença. Parecia tanto outra pessoa que ela nem quis mais saber de conversa. Com 20 anos ela trabalhava em um restaurante, e ele gostava de ir lá só porque sabia que iria ser atendido pelo seu amor de infância. Aos 21, ela se deixou levar por uns drinques a mais… Deram seu primeiro beijo. Aos 22, ele disse seu primeiro “Eu te amo”, e 5 meses depois assumiram o namoro. Com 23 anos o “ele” e “ela” já não existiam mais. Com 25 era apenas “nós” e “para sempre”. Com 26 estavam noivos, e aos 29 casaram à beira da praia. Depois, os “30”, “31”, “32” e todo o resto eram apenas mais alguns números, nada que mudasse muita coisa, nada que os impedisse de serem um do outro. Nada que fizesse com que o que sentiam se desgastasse, ou fosse embora.

Ana Paula de Lacerda. 

(Source: tuapequ3na, via hackeado-para-a-nossa-alegria)

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(Source: teax3, via littlemena)

(via itswiienhage)


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